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Nei Lisboa


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Bart Roberts



Sua carreira artística inicia em 1979, com os espetáculos "Lado a Lado" e "Deu pra ti, anos 70", em parceria constante com o guitarrista Augusto Licks. Seu primeiro disco é uma produção independente viabilizada pela venda de bônus, "Pra viajar no cosmos não precisa gasolina", lançado em 1983. Um ano depois, em 1984, por intermédio de uma gravadora regional (ACIT), ele lança seu segundo disco, "Noves fora". (Em 1992, a mesma gravadora reuniu em CD os dois trabalhos numa compilação intitulada "Eu visito estrelas".)

Ao final de 1986, Nei assina contrato com a gravadora EMI-Odeon, que resultaria em dois discos: "Carecas da Jamaica", de 1987, pelo qual recebe o Prêmio Sharp de artista revelação; e "Hein?!", lançado em 1988, obra que também marca sua trajetória de forma indelével. (Ambos os discos foram relançados em CD pela EMI, em 1999.)

Em 1989, Nei celebra seus dez anos de carreira com a temporada do espetáculo "Dez anos antes... dez elefantes" e com o público de quase dez mil pessoas que assiste a comemoração. Em seguida, parte para sua primeira incursão na literatura, o romance "Um morto pula a janela", lançado em 1991 pela editora Artes & Ofícios, relançado pela editora Sulina em 1999, e com uma tradução francesa editada pela L’Harmattan em 2000.

Em 1993, depois de algumas temporadas entre Porto Alegre e Montevidéu, Nei grava ao vivo no Theatro São Pedro o disco Amém, reunindo canções próprias e clássicos da música popular urbana uruguaia, e acompanhado por músicos daquele país, entre outros tantos brasileiros. É seu primeiro trabalho a sair simultâneamente em vinil e CD, distribuído pela Som Livre. (O CD é relançado em 1999, pela Paradoxx.)

Nei volta ao disco em 1998 - depois de dividir-se, por alguns anos, entre o palco e o birô de artes gráficas Aleph Editorial, e excursiona pelo sul do Brasil embalado pelo sucesso de "Hi-fi", um apanhado de clássicos da música pop e do repertório folk que influenciou o seu início de carreira nos anos 70. Lançado pela Paradoxx e gravado também ao vivo no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, o CD provoca uma onda de relançamentos dos trabalhos anteriores. Em 1999, Nei revisitou músicas suas de todas as épocas na turnê do show que marcou a comemoração de seus 20 anos de carreira.

Em 2000, Nei retoma a composição e, ao final do ano, assina contrato para a gravação de novo CD. "Cena beatnik", seu primeiro trabalho em estúdio depois de mais de uma década, é lançado em maio de 2001 pelo selo Antídoto, da gravadora ACIT. Ao final do mesmo ano, acontece o relançamento em CD de seus dois primeiros discos, "Pra viajar no cosmos não precisa gasolina" e "Noves Fora", disponibilizando então toda a sua obra em CD e em catálogos das gravadoras ACIT, EMI-Odeon e Paradoxx. Em 2002, quatorze bandas e artistas gaúchos unem-se em um CD tributo, intitulado "Baladas do Bom Fim" e lançado pelo selo Orbeat, cada uma com uma releitura pessoal de uma música de Nei Lisboa.

Nei também teve suas músicas aproveitadas em vários filmes, como Deu pra ti anos 70, Verdes anos e Houve uma vez dois verões. Em Meu tio matou um cara, de Jorge Furtado, um dos temas principais é a canção "Pra te lembrar", de Nei Lisboa, na interpretação de Caetano Veloso, música que também fazia parte do CD "Relógios de Sol", lançado em julho de 2003 pelo selo Antídoto da gravadora ACIT. Em 2006, a cantora carioca Simone Capeto lançou o álbum "Bom futuro", interpretando apenas canções de Nei Lisboa.

Seu último trabalho é o CD "Translucidação", lançado em dezembro de 2006.

DISCOS DISPONÍVEIS



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1 comentários:

Anonymous disse...

Ele é simplismente um poeta em movimento ... Quem não conheçe,deveria conhecer o trabalho desse cara incrível . E atulizem essa página pessoal . Vou adorar. Abraçoos

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